Presidente da holding J&F, que controla negócios tão distintos quanto a JBS (dona das marcas Friboi e Seara) e a empresa de celulose Eldorado, Joesley Batista afirmou que que as investigações sobre o grupo têm motivação pessoal, mas se disse confiante com o desfecho dos casos; em julho de 2016, o conglomerado passou a ser investigado pela Polícia Federal em três operações — Sépsis, Greenfield e Cui Bono; segundo Joesley, as investigações estão afetando os negócios, porque teve de adiar um projeto de R$ 10 bilhões

15/02/17 – 06h32

247 – Joesley Batista, presidente da holding J&F, que controla negócios tão distintos quanto a JBS (dona das marcas Friboi e Seara) e a empresa de celulose Eldorado, afirmou que as investigações do grupo têm motivação pessoal, mas se disse confiante com o desfecho dos casos.

Em julho de 2016, o conglomerado passou a ser investigado pela Polícia Federal em três operações — Sépsis, Greenfield e Cui Bono. Segundo Joesley, as investigações estão afetando os negócios, porque teve de adiar um projeto de R$ 10 bilhões.
As informações são de entrevista publicada em O Globo.

“Nas três operações, aparece o nome de Lúcio Funaro, apontado como interlocutor do ex-deputado Eduardo Cunha. Presidente da J&F, holding do grupo, Joesley Batista rebate as denúncias, diz que elas tiveram motivação pessoal e afirma que os pagamentos feitos a Funaro foram comissão por negócios, cobrada na Justiça.”

” Para uma empresa de celulose, eu preciso de duas coisas: madeira e capital. Madeira, a gente planta ou compra. Capital, a gente precisa estar com a reputação em ordem, né? Isso (as denúncias) obviamente mexe no mercado. A Eldorado tem bastante caixa, mas esse projeto da nova fábrica é um investimento de R$ 10 bilhões”, disse Joesley.

Fonte: Brasil 247, 15 de fevereiro de 2017.

http://www.brasil247.com/pt/247/economia/280426/S%C3%B3cio-da-JBS-nega-irregularidades-e-diz-que-investiga%C3%A7%C3%B5es-t%C3%AAm-motiva%C3%A7%C3%A3o-pessoal.htm