Em sessão da Subseção 2 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) na última terça-feira (21/11), o presidente do TST lembrou que a Justiça do Trabalho é o único ramo do Judiciário que já está 100% informatizado, com o processo judicial eletrônico (PJe) em operação em todas as suas unidades e instâncias.

“Ao entrarmos totalmente no processo eletrônico, proporcionamos ao brasileiro de qualquer parte poder peticionar eletronicamente em qualquer lugar que estiver, responder, contestar, recorrer através do sistema”, afirmou.

O ministro voltou a destacar que a Justiça do Trabalho é uma justiça silenciosa, sobretudo quando compõem dissídios coletivos que impedem a eclosão de greves em serviços essenciais.

“Se as pessoas têm podido viajar nos finais de ano, receber encomendas pelos Correios ter os portos, os transportes coletivos e o metrô funcionando, além de outros serviços públicos e privados, é graças ao trabalho silencioso da Justiça do Trabalho na composição de conflitos coletivos em âmbito nacional e regional. Esse é o serviço que prestamos à sociedade brasileira”, concluiu. 

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 26 de novembro de 2017.

https://www.conjur.com.br/2017-nov-26/fatos-contestam-movimentos-justica-trabalho-ives